Esse provérbio de origem chinesa põe em campos opostos um prazer momentâneo (como um cochilo, ir pescar, ou o acesso a uma herança) a um momento de alegria ainda maior e que está ligado em oferecer ajuda a uma outra pessoa. Demonstrando, assim, que o descansar e a riqueza até dão sensação de alívio, porém não se esticam por muito tempo.
Esse sentimento explica que a sensação de felicidade por longo período é baseada quando o ser humano deixa de lado o pensar em si mesmo e acha um significado maior na sua relação para com o outro. E isso pode acontecer de várias maneiras: estando ao lado, escutando, passando ensinamentos ou só esticando a mão a cada dia.
Atualmente, onde o hábito de compra é feito sem freios e as comparações são frequentes, o pensamento é um aviso de que a paz mais longe vem da construção das relações humanas e da ajuda, e não quando se tem um vasto patrimônio, por exemplo,
O provérbio com origem na China e que fala em "se você quer ser feliz por uma hora, tire uma soneca; se você quer ser feliz para o resto da vida, ajude alguém" segue com relevância uma vez que separa os momentos de prazer momentâneos daquela alegria com maior grau de profundidade e que é duradoura.
A mensagem passada pelo provérbio é de fácil entendimento: descansar, passar um tempo sem fazer nada e ganhar dinheiro trazem um alívio passageiro, mas de forma rara geram aquele sentimento prolongado. Tirar um cochilo permite um alívio na hora, ir pescar gera uma situação de prazer, e a riqueza, uma segurança por algum tempo.
Por outro lado, esticar a mão ao próximo ajuda na construção de laços e dá uma sensação de ser útil, que por sua vez alimenta uma felicidade maior e um senso de compromisso para com o próximo. O provérbio não coloca em último lugar nem o descanso e nem os prazeres, mas nos faz lembrar que há limites: depois de dormimos ou de comprarmos algo, aquela necessidade reaparece.
Esse provérbio permite ainda uma comparação bem definida com o nosso dia a dia: a sensação de alívio dura pouco tempo e em várias ocasiões, há espaços que só são ocupados com as relações humanas, que vão além de cada um. Ou seja, quando alguém resolve ajudar outra pessoa, há uma mudança de foco, agora voltado para os demais, e se tem o encontro de um propósito no dia a dia.
A autoestima sai fortalecida e o indivíduo que oferece ajuda passa a ter sentimento de pertencimento quando disponibiliza seu tento, escuta de forma atenta ou faz algo de forma prática. As ações, mesmo que bem pequenas, acabam se transformando em um motivo de felicidade seguida com esse experimento social. É portanto, o local onde está o acesso para a felicidade contínua, de acordo o pensamento.
E os grandes sacrifícios não fazem falta, uma vez que o imporante é escutar com atenção, oferecer a companhia, ou ensinar algo que seja expert. Tais atitudes são importantes e fazem a diferença. Esticar a mão ao seu vizinho em algo simples de se fazer ou estar ao lado de uma pessoa que esteja passando por um mal momento cria as chamadas "rotinas de cuidados".
De forma sincera, tais comportamentos reforçam as redes de apoio que dão sustentação à felicidade plena. Ainda mais no mundo atual onde a velocidade e a comparação com frequência acontecem, o provérbio atua como um lembrete: aquela felicidade plena aparece quando se oferece algo e não só quando se recebe.
Os problemas não acabam, porém geram uma paz mais resistente, que vem de uma sensação de compartilhamento.